Na reflexão que antecedeu a oração do Ângelus, o Papa deixou um conselho claro sobre a vida conjugal, defendendo que a fidelidade formal, por si só, não traduz a plenitude do compromisso.
“Não basta ser formalmente fiel ao cônjuge e não cometer adultério, se nesta relação faltam a ternura recíproca, a escuta, o respeito, o cuidado dela ou dele e o caminhar juntos num projeto comum”, começou por dizer Leão XIV.
O pontífice acrescentou que os exemplos deixados por Jesus Cristo continuam a inspirar novas reflexões e destacou a exigência de uma vivência mais plena do Evangelho: “O Evangelho oferece-nos este precioso ensinamento: não basta uma justiça mínima, é preciso um amor grande, que é possível graças à força de Deus.”
















