
António Galamba
António José Seguro é o novo Presidente da República de Portugal. É o mais votado da história da nossa Democracia, por agora com 66,8%, terá um resultado final que multiplicará por 14 os valores da sondagem de dezembro de 2024, que lhe conferia apenas 4,7%, tendo ganho as eleições em todo o território nacional.
Não se espera que a evidência da grandeza do feito, fruto da visão estratégica, personalidade e posicionamento de António José Seguro, confira algum senso aos silêncios e às pronúncias que o desconsideravam como candidato apto para as funções de mais alto magistrado da nação, como se o exercício político, em vez de resultar das convicções e da expressão popular, fosse prerrogativa de triagens realizadas por seres ungidos de alega superioridade para se substituírem à vontade do Povo.
Não se vislumbra sequer um remoque de sensatez nas luminárias que povoam os espaço público e mediático a desqualificar, a desvalorizar e a ter opinião sobre tudo, a enunciar sucessivos “mas”, quando, apesar da clareza dos resultados e do perfil da presidência que António José Seguro enuncia nos discursos e na ação, se dedicam a efabulações de sinais contrários sobre o que vai ser, o que dever ser e o que poder ser em Belém, sempre com incontornáveis traços de preconceito e menorização do feito alcançado.
Seguro, que terá mais Povo que algum presidente teve, não contará com nenhuma dessas complacências mediáticas vigentes. Foi sempre assim e assim será. É a triste sina de um país mediático em proliferam os que nunca fizeram, abundam os dizem como se deveria fazer e pululam os que não aceitam quem possa ser e fazer diferente, mesmo quando tem o suporte da maior votação de sempre num Presidente da República.
Seguro terá a força política de quase 3 milhões e quinhentos mil votos, mesmo que, nas palavras de alguns, por inércia, por exclusão, sem dizer nada, sem discutir o que importa, sempre com qualquer coisa acessória ou surreal que sirva para desvalorizar uma das mais impressionantes vitórias eleitorais do Portugal democrático. Sem pudor ou vergonha no exercício, estão no limiar de considerarem a total ausência de mérito pessoal e política de Seguro na construção da vitória robusta.
Mais humildade, sensatez e noção do ridículo talvez não fosse mal pensado. Seguro teve contra si tudo isto, menos exposição mediática e uma inacreditável máquina de mentira, de desinformação e de degradação do espaço público, que conta com a complacência dos reguladores e da ERC, que confundem liberdade de expressão com a elevação do insulto ao novo normal. Ter escalas de deputados da República, pagos pelos contribuintes, para vociferar diariamente mentiras e desinformação, replicadas pelos apaniguados, é uma gangrena democrática inaceitável.
O povo falou de forma inequívoca, ao arrepio das bolhas político-partidárias e mediáticas, sublinhando que os posicionamentos adotados em antena estão desfasados do país e não contam para o essencial da formulação da opinião dos eleitores. Podem “encher chouriços” no espaço mediático, não contribuem para o esforço de construção de respostas para as pessoas e os territórios, incentivando a procura de fontes alternativas de informação. Podem afagar egos e até dar share de audiências de parte do país, mas não resolvem nenhum problema dos portugueses nem qualificam o debate público.
Os portugueses votaram quando queriam que se tivessem alheado, escolheram inequivocamente António José Seguro para Presidente. Pode custar a alguns, mas acabarão por o interiorizar e se sintonizar com as pessoas, o tal povo que disse com clareza o caminho que queria. A partir de 9 de março, é trabalhar com o mandato do povo. O maior que um Presidente teve na história da nossa democracia. Tudo por acaso, para alguns. Olhem que não!

António Galamba
Há eleições que são mais do que uma escolha. São um teste à maturidade democrática de um povo. O dia 8 de fevereiro é um desses momentos. Até haver cansaço, desilusão ou dúvidas, mas Portugal está perante uma decisão crucial que ultrapassa as escolhas tradicionais: ou escolhemos um Presidente capaz de unir e proteger a democracia, ou abrimos a porta ao populismo do ruído, da divisão, da mentira permanente e dos fins que justificam todos os meios.
Esta campanha mostrou, com clareza inquietante, como a política pode degradar-se quando se transforma numa máquina de boatos, insinuações e falsidades. As redes sociais tornaram-se uma pandemia de desinformação, usada como arma para destruir reputações, dividir portugueses, agitar sentimentos da população e semear desconfiança nas instituições.
Os factos são objetivos. André Ventura e os seus apoiantes enxamearam o país de ataques gratuitos e mentira sobre um homem sério, decente e com carácter. A SIC Verifica identificou dez mentiras em apenas duas semanas, muitas delas dirigidas contra António José Seguro: falsidades sobre migração, conspirações absurdas, apoios inventados, ligações estapafúrdias, acusações sem fundamento. Há tempos, o Polígrafo identificava mais de 100 mentiras com origem no partido de André Ventura. Quando falta adesão às ideias, fabricam-se inimigos. Quando não há limites, tudo serve para tentar enlamear os adversários.
Mais grave ainda: um estudo do LabCom, da Universidade da Beira Interior, concluiu que a desinformação eleitoral atingiu mais de 8,3 milhões de visualizações e que André Ventura concentrou cerca de 85% dos casos identificados. Isto não é um acidente. É um método. É uma gangrena a minar o nosso espaço público.
Ventura não quer debate democrático: quer espetáculo e mentira populista. Não esclarece: manipula. Não une: divide. Segue a cartilha que outros seguiram, nos Estados Unidos da América e nas suas desesperadas projeções internacionais de ódio e deslaço para aceder ao poder e miná-lo por dentro.
E é por isso que estas eleições não podem ser reduzidas a um combate de raiva. Não são nada do que o deputado André Ventura e os seus apaniguados andaram a dizer. É a democracia contra o extremismo. A esperança contra o ressentimento. É sobre a união prevalecer à divisão. É a afirmação da decência contra a falta de vergonha. É sobre a urbanidade civilizada vencer o tribalismo entrincheirado dos extremismos.
Portugal não precisa de mais barulho, divisão ou inconsequência. Precisa de rumo para construir soluções. Precisa de serenidade, equilíbrio e confiança. Precisa de um Presidente que seja árbitro respeitado, não um agitador profissional. Belém tem de ser parte da solução, nunca do problema.
António José Seguro representa exatamente isso: estabilidade, decência democrática e sentido de Estado. Uma personalidade de moderação e diálogo, respeitada dentro e fora do país, preparado, com experiência em Portugal e na União Europeia.
Seguro é atacado precisamente porque é o oposto do populismo: seriedade em vez de gritaria, responsabilidade em vez de boato, união em vez de divisão.
Ventura vive de dicotomias falsas: esquerda contra direita, povo contra elites, medo contra esperança, ruído contra diálogo. E o Chega prova, desde 2019, que é muito barulho e quase zero resultados. A pergunta é simples: que problemas estruturais ou conjunturais resolveu? Nenhum. Não resolveu o SNS, não resolveu a habitação, não resolveu salários, pobreza ou justiça. Vive da indignação, não da construção de respostas.
Ventura promete o impossível e alimenta frustração. Vive do problema, real ou percecionado. Seguro compromete-se com o real: cumprir e fazer cumprir a Constituição, valorizar o Estado Social, defender o Estado de Direito e proteger a democracia. Trabalhará para a construção de respostas para os portugueses.
E liderar não é gritar. Liderar é unir quando o país está dividido. Ventura lidera o confronto. Seguro lidera a necessidade de convergência para construir soluções para os portugueses e para o país. Por isso, é apoiado por cidadãos da esquerda, do centro e da direita e outros que nunca tiveram participação política ativa.
O maior risco, agora, é a abstenção. O extremismo cresce quando os democratas desistem ou se deixam capturar pela narrativa dos adversários da democracia. O maior erro seria ficar em casa.
Dia 8 é escolher: esperança ou ódio. União ou divisão. Democracia ou ruído inconsequente.
Portugal não é metade contra a outra metade. Portugal é um só povo. E é isso que está em jogo.
No dia 8, vote. Vote pela verdade. Vote pela decência. Vote em António José Seguro para Presidente da República. Vote pelo Seguro.
António Galamba é apoiante da candidatura de António José Seguro

António Galamba
Há políticos que tentam sempre a mesma manobra: escolher um inimigo, inventar uma clivagem e apresentar-se como salvador, sem nada resolver. Já foi “os socialistas contra os não socialistas”. Agora ensaia outra narrativa: “Elites (Seguro) vs Povo (Ventura)”. É uma tentativa desesperada de manter o palco aceso quando a realidade lhe começa a desligar os holofotes.
Mas há um problema sério para Ventura: o país já percebeu o truque. E, mais importante, começa a cansar-se dele.
O povo português não é uma multidão manipulável à espera de um grito. O povo português é feito de trabalhadores que acordam cedo, de famílias que fazem contas ao fim do mês, de jovens que querem futuro, de idosos que merecem respeito, de gente do interior que não aceita continuar esquecida. O povo é plural. Não cabe numa frase de propaganda. Não cabe numa raiva fabricada. E, sobretudo, não cabe num político que vive da provocação e do protesto sem soluções para existir.
Ventura não é o candidato do povo. Ventura é o candidato do conflito. Alimenta-se do choque, do insulto, da mentira repetida até parecer verdade. Precisa de um país permanentemente irritado para poder continuar a dizer que é indispensável. Quando não há crise, ele inventa-a. Quando não há inimigo, ele cria-o. Quando não há ameaça, ele fabrica-a. E depois, diz o que alguns querem ouvir.
É por isso que esta nova narrativa “elites vs povo” é tão perigosa e tão falsa. Perigosa porque tenta transformar portugueses em adversários. Falsa porque parte de uma fraude: a ideia de que Ventura representa os “de baixo”, quando na verdade representa apenas a sua ambição pessoal.
O povo não precisa de gritos. Precisa de respostas. Precisa de ser ouvido, respeitado, protegido.
E é precisamente aqui que António José Seguro se distingue.
Seguro não precisa de fingir que é do povo, porque a sua vida e o seu percurso falam por si, esteve na política e foi à sua vida académica e profissional. Seguro não representa o povo como figurante de campanha: trata-o como protagonista da democracia. Não é o homem do ataque permanente. É o homem do compromisso. Não é o homem da provocação. É o homem do respeito. Não é o homem do ódio. É o homem da tolerância.
O que Ventura chama “elite” é, na verdade, o vasto conjunto de pessoas ao centro e direita que ambicionava ter como apoiantes na segunda volta.
A grande diferença entre Ventura e Seguro não é ideológica, é moral. Um quer dividir o país para o dominar. O outro quer unir o país para o servir.
Ventura precisa que o país esteja em guerra consigo próprio. Seguro quer um país em paz consigo próprio.
Ventura quer uma democracia nervosa, permanentemente em confronto, permanentemente a gritar. Seguro quer uma democracia adulta, que debate com firmeza, mas com respeito. Ventura quer um Presidente que seja jogador de bancada. Seguro quer um Presidente que seja árbitro respeitado.
E há outra diferença que hoje se tornou evidente: Ventura está sozinho no seu método. Seguro está a ser acompanhado por uma mobilização rara, transversal, que nasce de um instinto de sobrevivência democrática. À esquerda e à direita, cresce a perceção de que não podemos normalizar o insulto, nem aceitar a mentira como método político, nem transformar o ódio em estratégia eleitoral.
O que está em causa não é apenas uma eleição. É a forma como vamos viver juntos.
A realidade política pode ser dura e ingrata, mas não tem de ser suja. Não tem de ser cruel. Não tem de ser uma máquina de humilhação pública. E não pode ser um laboratório de ressentimento onde se testa até onde se consegue empurrar a sociedade.
O povo português não merece ser usado. Merece ser respeitado.
E, por isso, é importante dizê-lo com clareza: o candidato do povo não é o que grita mais alto. É o que escuta melhor. Não é o que provoca mais. É o que quer contribuir para resolver mais. Não é o que aponta o dedo. É o que estende a mão. Não é o que promete castigos. É o que constrói esperança.
António José Seguro é o candidato do povo porque não precisa de fabricar inimigos para existir. Porque não precisa de deturpar ou mentir para convencer. Porque não precisa de odiar para mobilizar. Porque não precisa de dividir para ganhar.
E é isso que hoje, perante o ruído e a agressão, deve mobilizar o voto: a escolha entre um país em permanente conflito e um país com serenidade; entre o medo e a esperança; entre o insulto e a dignidade; entre o populismo e a democracia.
O povo não é uma arma. O povo é a razão de ser da política. E, quando a política volta a respeitar o povo, o povo volta a acreditar.
É tempo de escolher. É tempo de agir. É tempo de proteger a democracia, com coragem tranquila e com esperança firme. Já, a 8 de fevereiro.
António Galamba é apoiante da candidatura de António José Seguro

António Galamba
Há momentos eleitorais que dizem mais sobre o estado de um país do que sobre a disputa entre nomes ou perspetivas. As presidenciais que vivemos são um desses momentos. Não porque falte pluralidade democrática, mas porque se tornou evidente um cansaço profundo com uma política excessivamente fechada sobre si própria, distante das pessoas, reativa e, tantas vezes, prisioneira de lógicas partidárias ou de curto prazo.
É neste contexto que a candidatura de António José Seguro se afirma com clareza e sentido de responsabilidade nacional. Desde o primeiro dia, não como uma candidatura de fação, de protesto ou de afirmação identitária, mas como uma proposta suprapartidária, aberta, abrangente e centrada no interesse nacional e nas pessoas concretas que fazem o país.
Seguro não apareceu para dividir. Regressou para unir. E isso faz toda a diferença. Uma diferença visível na adesão e nos números, que dos 6,9% de maio de 2025, chegou agora aos 31,11%, 1.754.904 votos.
A sua candidatura dirigiu-se, desde o início, a democratas, humanistas e progressistas de todos os quadrantes políticos e setores da sociedade portuguesa. Fê-lo sem exclusões, sem reservas mentais, sem cálculo tático. Fê-lo com uma ideia simples e exigente: a Presidência da República deve ser o espaço do chão comum, do equilíbrio democrático e da exigência constitucional, num tempo em que o poder tende a concentrar-se e o debate público a degradar-se.
O apelo feito no domingo, claro e frontal, a um Presidente de todos, decente, moderado, exigente e portador de uma renovada esperança, reforçou essa natureza agregadora. E teve resposta. O apoio público de personalidades oriundas da esquerda e da direita democráticas mostrou que há no país uma vontade transversal de preservar o essencial: a Constituição, o Estado de Direito, a dignidade das pessoas e o equilíbrio entre poderes. Não por nostalgia, mas por lucidez perante as ameaças à Democracia e à convivência social.
Esta não é uma candidatura contra ninguém. É uma candidatura por Portugal.
Num tempo em que tantos confundem Presidência com comentário permanente, Seguro afirma um entendimento exigente da função: o Presidente não governa, mas não se demite da responsabilidade de exigir que o Estado funcione, que as instituições respondam e que o futuro não continue a ser adiado. Não normaliza o que está mal, não dramatiza o que exige serenidade. Age com firmeza, mas com respeito pelas regras e pelas pessoas.
A sua independência não é um slogan. É um percurso. Um percurso de quem soube colocar o país à frente da sobrevivência política, de quem saiu quando podia radicalizar, de quem voltou quando percebeu que o país precisava mais de estabilidade e confiança do que de ruído e confrontação. Um percurso que lhe permite hoje falar com todos, sem amarras, sem agendas ocultas, sem dependências.
Esta candidatura fala de saúde, de habitação, de desigualdades, de salários e pensões, de jovens forçados a emigrar, de territórios esquecidos, da competitividade, das alterações climáticas, não como slogans eleitorais, mas como problemas estruturais que exigem exigência política e visão de longo prazo. Fala de um país onde o local de nascimento não determine o destino, onde o futuro não seja sistematicamente adiado, onde a democracia volte a fazer sentido na vida concreta das pessoas como meio de construção de soluções para as necessidades e as expetativas.
Dirigir-se a todos não é diluir convicções. É ter convicções suficientemente sólidas para não precisar de excluir ninguém. É acreditar que a República se fortalece quando agrega e enfraquece quando divide.
Num tempo de extremos ruidosos, de ódios, de desinformação e de populismos que a nada respondem, António José Seguro representa uma alternativa serena, firme e necessária. Uma candidatura que não vive do medo, nem da divisão, nem do ressentimento, mas da confiança de que Portugal é maior do que as suas circunstâncias.
É isso que explica o apoio crescente, plural e transversal. E é isso que faz desta candidatura uma candidatura de esperança de cada vez mais portugueses. A esperança de um Portugal do lado da solução, que constrói respostas, antecipa tendências e quer ter mais futuro, coesão, justiça e excelência.
António Galamba é apoiante da candidatura de António José Seguro

António Galamba
A Liberdade e Democracia, que nos trouxeram a possibilidade de alguns dizerem dislates nunca admissíveis no Estado Novo, conferiu-nos direitos, liberdades e garantias inalienáveis, como o direito ao voto. Sim, o nosso voto é uma expressão democrática da vontade individual sobre o que queremos em cada momento. Não deve e não pode ser a única expressão cívica, mas é fundamental.
O voto de cada um de nós conta, é um mínimo de compromisso com o todo que queremos. Não deve e não pode ser a única expressão da vida em comunidade, mas importa ter a noção de que custou muito a conquistar para ser desperdiçado por desistência, incúria ou indiferença.
O seu voto é útil, ainda mais numas eleições em que todos votam para o mesmo, num círculo único, também propenso a eventuais tentações negativas de manipulação nas mesas de voto mal cobertas pela fiscalização das candidaturas.
Se está cansado com o funcionamento do sistema democrático, a falta de respostas para os problemas concretos das pessoas e dos territórios e com promiscuidades entre o interesse geral e os interesses particulares, que desfocam a política do bem comum, o seu voto é útil.
Se sente que a política e os políticos estão distantes dos sentimentos, dos quotidianos e das necessidades das comunidades, quantas vezes por falta de conhecimento e de contacto concreto com as realidades, o seu voto é útil.
Se quer um país onde os problemas não se perpetuem, as dinâmicas se antecipem e se imponham caminhos de construção de soluções para pilares vitais como a saúde, a habitação, a educação, as desigualdades, as oportunidades e a coesão territorial, o seu voto útil.
Na eleição de 18 de janeiro, vote em alguém que dê resposta e utilidade consequente à ao seu voto, que não se fique pelo protesto, pelo experimentalismo alavancado em interesses económicos, por alguém engraçadinho nas redes escondendo um programa de cada um por si ou por candidatos querem ser pouco mais do que um balcão presidencial de quem já tem todo o poder, das freguesias ao parlamento.
Será útil ter um Presidente em Belém que seja democrata, humanista, progressista, sério e moderado, sintonizado com o que o país deve fazer para construir respostas para o que é estrutural, o que é circunstancial e o que ainda não foi feito, sempre no quadro de uma Constituição que não é bloqueio para responder às pessoas, com equilíbrio e compromisso em torno do essencial.
A verdade é que quem já pode fazer não fez.
Também é verdade que o mercado não faz por si só, como se vê na habitação, na fixação do talento dos jovens, na saúde e na proteção social.
E muito do que não foi feito foi por prevalência de interesses alheios ao bem comum, pela teimosia em que cada governo altere quase tudo do anterior, mesmo que bem feito, e por manifesta insuficiência dos protagonistas políticos, quantas vezes sem a experiência, a qualidade e o compromisso para as funções.
O seu voto é sempre importante, mas pode ser útil para colocar em Belém um moderado com convicções, que não ziguezagueia ao sabor do marketing e das circunstâncias, que não está capturado por interesses particulares ou almoços secretos, que sempre viu a floresta do interesse nacional no exercício político, em Portugal e na União Europeia, quando outros se agarram às árvores dos seus egos, quintinhas e particularidades.
A verdade é que por muito que estas árvores queiram morrer de pé nestas presidenciais, só um pode ter a ambição de ser floresta, de ir à segunda volta e ganhar, assegurando equilíbrio no sistema político, compromisso com a atual Constituição e ambição para ser parte na construção de um país justo e de excelência, que não deixe ninguém para trás, no território nacional e lá fora.
O meu, o seu voto útil, com estes pressupostos e sentido político, só pode ser no candidato suprapartidário António José Seguro, o único democrata, humanista e progressista em condições de ser Presidente da República.
Entramos nesta última semana da primeira volta com renovada esperança, resultante daquilo que ele sempre fez com gosto, o contacto com as pessoas nas suas terras, com determinação para continuar a mobilizar para o voto útil e consequente, mesmo que outros prefiram os ataques entre candidatos, as expressões da política tradicional e que venham a surgir desesperadas tentativas de enlameio de um homem sério, responsável e disponível para servir Portugal.
O Portugal de António José Seguro é e será sempre o que tem o foco nas pessoas e nos territórios, em construir soluções para os problemas, em antecipar tendências que nos afetam a todos e em posicionar o país nos desafios internos e externos. Um Presidente por uma nação que retenha e remunere o talento dos jovens, trate com dignidade quem trabalhou uma vida, crie melhores condições de vida, combata as injustiças e desigualdades e tenha as instituições e serviços a funcionarem regularmente. É esse o sentido do voto útil pelo Seguro.

António Galamba
Num tempo em que a política se tornou excessivamente reativa, dominada pela espuma dos dias e pelo comentário permanente, é essencial recuperar uma função que a democracia não pode dispensar: a exigência. Exigir que o Estado funcione, que as instituições respondam e que o futuro não continue a ser adiado em nome do curto prazo. É precisamente isso que está em causa nas próximas eleições presidenciais.
Portugal chega a este momento depois de mais de meio século de democracia e de décadas de integração europeia que moldaram profundamente o país. Esses ciclos trouxeram liberdade, estabilidade e oportunidades, mas não garantem, por si só, que o caminho continue a ser de progresso partilhado. Exigem hoje vigilância democrática, responsabilidade política e liderança institucional capaz de antecipar riscos e convocar soluções.
A Presidência da República não é um cargo decorativo nem um espaço de comentário político. É uma função de equilíbrio, de exigência constitucional e de representação do interesse nacional num tempo marcado por instabilidade internacional, transformação tecnológica acelerada, pressões sociais e desigualdades persistentes. Quando o sistema político tende a concentrar poder e a normalizar decisões de curto alcance, o papel do Presidente torna-se ainda mais decisivo.
António José Seguro apresenta-se como o candidato capaz de assumir essa exigência. Não para governar, mas para garantir que quem governa o faz com responsabilidade, respeito pelos limites constitucionais e atenção às vidas concretas das pessoas. A sua candidatura assenta num inconformismo claro perante problemas que se tornaram parte do quotidiano dos portugueses: o sofrimento de quem espera por cuidados de saúde, a dificuldade de acesso à habitação, a saída forçada de jovens qualificados, a persistência da pobreza e as desigualdades entre pessoas e territórios.
Estes não são temas de retórica eleitoral. São desafios estruturais que exigem visão de longo prazo e capacidade de mobilização nacional. Um país que envelhece e perde população ativa não pode navegar à vista. Um país onde o local de nascimento continua a condicionar o futuro não cumpre a promessa democrática. Um país que cresce em números, mas falha nas vidas concretas das pessoas, compromete o seu próprio amanhã.
Num contexto internacional cada vez mais instável, marcado por conflitos, transições económicas e incerteza tecnológica, o maior risco não é mudar demasiado, é não mudar o suficiente. É continuar a decidir sempre a pensar no próximo ciclo eleitoral. Um Presidente responsável deve ser capaz de chamar a atenção para esse desfasamento e exigir estratégia, previsibilidade e consensos fundamentais que sobrevivam às alternâncias de poder.
Há também um dado político incontornável. O sistema político português encontra-se hoje claramente desequilibrado à direita, no Parlamento, em muitas autarquias e no próprio clima do debate público. Neste contexto, a eleição presidencial ganha uma dimensão acrescida: evitar a acumulação de poder num só campo político e garantir que a democracia dispõe de pesos e contrapesos efetivos. A entrada de Luís Montenegro em socorro do Luís candidato evidencia o desespero dos partidos do governo e de quase tudo em terem em Belém uma extensão da sua visão política. Algo a que alguns, a pensarem mais na circunstância partidária do que no país, parecem indiferentes.
É aqui que o voto útil em António José Seguro assume pleno significado. Não se trata de apagar diferenças nem de reduzir a pluralidade democrática. Trata-se de garantir que essa pluralidade esteja presente no momento decisivo. Sem uma candidatura progressista com condições reais de chegar à segunda volta e vencer, a escolha final empobrece e afasta-se do país real.
Seguro afirma uma candidatura de equilíbrio, de um equilíbrio que respeita as escolhas eleitorais dos portugueses, mas não abdica da defesa da Constituição, do Estado Social, da dignidade humana e da igualdade de oportunidades. Num tempo de desinformação e ruído, exigir rigor, verdade e sentido de serviço público é também um ato político.
Votar em António José Seguro é, por isso, um voto de responsabilidade e de futuro. Um voto para exigir mais da política, mais das instituições e mais da democracia. Um voto para garantir equilíbrio hoje e preparar o país para amanhã.
António Galamba é apoiante da candidatura de António José Seguro

António Galamba
Há eleições que não servem apenas para escolher pessoas. Servem para medir o estado de um país. As presidenciais de janeiro não são uma eleição como as outras. O que está em causa não é um estilo, um temperamento ou um perfil mediático. Está em causa o equilíbrio do regime democrático num momento em que o poder político tende a concentrar-se, a radicalizar-se ou a confundir maioria com hegemonia.
Portugal vive hoje um tempo de fadiga democrática. As pessoas sentem que a política fala demasiado de si própria e pouco da sua vida concreta. Sentem que as instituições não antecipam e respondem tarde, mal ou nunca. E quando a democracia deixa de responder, outros discursos mais simples, mais agressivos, mais perigosos ocupam o seu lugar.
É neste contexto que a candidatura de António José Seguro ganha sentido político e urgência cívica.
Seguro não se apresenta como um salvador nem como um comentador permanente da atualidade. Apresenta-se como aquilo que a Constituição exige num tempo exigente: um Presidente de equilíbrio, de responsabilidade e de compromisso democrático. Um Presidente que não governa, mas que impede que o poder se feche sobre si próprio ou ignore a realidade concreta das pessoas e dos territórios. Que não dramatiza, mas também não normaliza derivas preocupantes.
Num país cansado de ruído e de taticismo, Seguro oferece algo raro: previsibilidade democrática. Experiência política sem cinismo. Convicções firmes sem sectarismo. Capacidade de diálogo sem cedência nos valores essenciais.
Ao longo do seu percurso, mostrou que sabe unir quando é mais fácil dividir. Que sabe sair quando podia radicalizar. Que sabe voltar quando o país precisa de estabilidade, não de mais conflitos artificiais. A sua história política é, precisamente, a de quem compreende que a democracia não se protege com gritos, mas com instituições fortes e respeitadas, sintonizadas com o interesse nacional.
Num momento em que se discutem direitos fundamentais com ligeireza, da saúde à imigração, da proteção social à própria Constituição, o país precisa de um Presidente que seja guardião ativo do Estado de Direito. Que chame a atenção quando é preciso. Que exija explicações e respostas quando elas faltam. Que promova consensos estruturais em vez de alimentar clivagens estéreis.
Seguro representa também uma visão clara sobre o futuro: um país onde o futuro não emigra; onde mulheres e homens são iguais em direitos; onde a juventude não é convidada a sair para poder viver; onde quem viveu uma vida de trabalho merece toda a dignidade, pensões e reformas às condições de vida; onde a ciência, a educação e o conhecimento são pilares de soberania; onde o acesso ao essencial não dependa do código postal nem da conta bancária.
Esta não é uma candidatura de trincheira. É uma candidatura de chão comum. Aberta a democratas, humanistas e progressistas de todas as áreas, a todos que acreditam que a República deve unir e não dividir.
A eleição presidencial não é um espaço de protesto simbólico nem de experimentação, muito menos um exercício de ego ou de preservação das quintinhas partidárias. É uma escolha séria sobre quem tem autoridade moral, experiência e equilíbrio para representar todos os portugueses num tempo instável.
A 18 de janeiro, não se escolhe apenas um nome. Escolhe-se se a democracia portuguesa entra num ciclo de moderação responsável ou num período de tensão permanente. Escolhe-se um Presidente que seja parte do problema ou, como Seguro, que seja parte da construção de soluções, com equilíbrio, exigência e sentido de futuro para um país justo e de excelência.
Num tempo em que tantos falam de rutura, António José Seguro propõe algo mais difícil e mais necessário: cuidar da democracia para que esteja focada em servir e responder às pessoas.
E isso, hoje, é um ato profundamente político.
António Galamba é apoiante da candidatura de António José Seguro

António Galamba
As eleições presidenciais não são um ritual simbólico nem um espaço para declarações de intenção sem consequência. São uma escolha concreta sobre quem tem condições para disputar o momento em que o país decide. A primeira volta não é um prólogo: é o momento que determina quem entra na decisão final. E é precisamente aí que o campo da esquerda e do centro-esquerda enfrenta hoje uma escolha com peso histórico.
A dispersão do voto progressista não reforça causas nem amplia vozes. Pelo contrário, retira-as do centro do debate e da decisão quando ele se torna decisivo. Sem um candidato progressista na segunda volta, o país fica reduzido a uma escolha entre projetos que partilham uma visão semelhante sobre o papel do Estado, dos direitos e da Constituição. Não há equilíbrio, não há contrapoder, não há verdadeira representação plural.
É por isso que o voto útil deve ser assumido com frontalidade. Não como rendição ideológica, mas como um ato de lucidez política. Votar útil é garantir que as convicções contam, porque só contam se estiverem presentes na decisão final. Hoje, o único candidato com condições reais para levar o campo progressista à segunda volta é António José Seguro.
Seguro representa uma presidência que conhece o sistema por dentro, que respeita a Constituição e que entende o papel do Presidente como guardião dos equilíbrios democráticos — não como agitador permanente, representante de interesses instalados ou aprendiz em funções. A sua experiência política, nacional e europeia, o seu perfil ético, dão-lhe a solidez necessária para enfrentar tempos de instabilidade, defender o Estado Social e exigir responsabilidade a quem governa. É o candidato que pode garantir que a esquerda democrática não fique fora do jogo.
O risco de não o fazer é maior do que muitos querem admitir. A direita e a extrema-direita têm dado sinais claros de que encaram a Constituição como um obstáculo e não como uma garantia. O pacote laboral, a lei dos estrangeiros e a lei da nacionalidade podem ter sido apenas a ponta do iceberg de uma agenda mais profunda, que visa reconfigurar direitos, enfraquecer proteções sociais e abrir caminho a uma revisão constitucional desequilibrada, imposta por uma direita hegemónica sem contraponto democrático eficaz. Esta visão política domina hoje a maioria das freguesias, dos municípios, os governos nos Açores e na Madeira, tem 2/3 do parlamento e o governo, faz sentido o controlo absoluto com a presidência da República?
Os sinais de destempero sucedem-se, sem pingo de noção ou vergonha. André Ventura, do alto da verve populista, exige transparência no financiamento das candidaturas presidenciais enquanto lidera um partido que, desde 2022, não cumpre a lei ao não entregar a lista de ações e meios de propaganda política a que está legalmente obrigado. Bem prega Frei Tomás Ventura: olha para o que eu digo, não para o que eu faço. A transparência não pode ser um slogan seletivo; é um dever democrático.
A escolha na primeira volta é, portanto, estratégica. Não se trata de apagar diferenças, mas de criar as condições para ter na presidência quem pense e faça diferente do que temos.
Quando a esquerda se divide na primeira volta, quem ganha não são as causas — é quem já tem o poder e quer consolidá-lo. Votar útil é votar num democrata, humanista e progressista para que o país tenha equilíbrio, exigência e foco no cumprimento da constituição como base de resposta aos problemas e desafios dos portugueses e do país. Primeiro garantir presença na segunda volta. Depois, discutir tudo o resto, com voz e capacidade de ação para que conte. Só Seguro pode assegurar isso, o resto é mera gestão dos condomínios.
António Galamba é apoiante da candidatura de António José Seguro

António Galamba
Num país em que a ligeireza das afirmações, das acusações e da maledicência escalou da conversa de café para a escala global das redes sociais, dos comentadores alojados nos media e dos protagonistas políticos, por vezes, meros gestores da sua circunstância, é fácil rotular quem se chega à frente com os mais variados epítetos, próprios de quem nunca ou raramente teve de meter a mão da massa para fazer. Esta ligeireza da palavra dita isenta de escrutínio quem está pejado de confusões entre a política, o comentário e os negócios, quem é uma folha em branco pronta a ser configurada por terceiros ou quem faz do protesto inconsequente e do populismo uma estranha forma de vida, mas pretende ser implacável com quem representa um risco para os instalados, os privilegiados ou de sempre.
Dizem que Seguro não tem coragem, foi por isso que avançou para uma candidatura presidencial suprapartidária sem o apoio de nenhum interesse particular instalado ou partido, que no passado colocou o país à frente da sobrevivência política, depois de ter vencido duas eleições (autárquicas e europeias), que votou sozinho no parlamento contra o aligeirar das regras de financiamento dos partidos ou que reformou o parlamento com mais direitos para a oposição quando o PS estava no poder. Também foi por não ter coragem que, em defesa da independência de Timor-Leste, foi detido na EXPO92, depois de um protesto pacífico à porta do pavilhão da Indonésia.
Dizem que Seguro é só generalidades, é por isso que construiu um percurso político marcado por ideias e causas que, sendo muitas vezes minoritárias quando foram afirmadas, acabaram por se impor como consensos indispensáveis. Defendeu cedo uma resposta ao resgate financeiro da Troika assente no crescimento e na coesão social, recusando a austeridade cega quando esta ainda era apresentada como inevitável; sustentou a necessidade de uma Europa solidária, com partilha de riscos e instrumentos comuns, incluindo a mutualização da dívida e os eurobonds, princípios que viriam a concretizar-se mais tarde através da emissão de dívida europeia comum; afirmou a centralidade do Parlamento, da fiscalização democrática e do equilíbrio entre poderes; insistiu na ética, na transparência e na separação entre interesses públicos e privados; valorizou o compromisso político e a cultura de diálogo num tempo dominado pelo confronto; e chamou a atenção para a coesão territorial e o interior do país muito antes de estas se tornarem prioridades transversais. O país precisa de um presidente que antecipe, que fale no tempo certo e que seja consequente, não um palavroso televisivo que destrói o valor da palavra e da função.
Dizem que Seguro não tem carisma, não entusiasma, é por isso que, na Feira da Caça em Mértola, na Feira do Mel e da Castanha na Lousã, no Mercado Municipal da Guarda e onde quer que vá no país, fica horas a ouvir e a dialogar com as pessoas, mantendo em todo o território raízes profundas de proximidade e sintonia com o sentir das pessoas, das empresas e das comunidades, a par de relevantes contactos internacionais das suas experiências políticas europeias e internacionais.
O país dos preconceitos, das cartas marcadas e das ligeirezas mediáticas e digitais precisa de ser posto na ordem pelo voto do país real, que sente, que tem força e pode ter uma voz que o oiça e atue por ele em Belém: António José Seguro, focado nas pessoas, no país como um todo, nas comunidades, na Constituição e no interesse nacional. A 18 de janeiro, para fazer o que ainda não foi feito.
António Galamba é apoiante da candidatura de António José Seguro

António Galamba
Em rota de aproximação para as presidenciais de 18 de janeiro é já hoje claro a urgência de um despertar cívico dos democratas, humanistas e progressistas, muito além dos egos, das circunstâncias de grupo e dos tacticismos de quem só vê uma parte nunca o todo.
Pela primeira vez, desde Abril, a direita e a extrema-direita podem ter o controlo sobre toda a estrutura do estado, da base autárquica ao topo presidencial, gerando ambiente para imposições unilaterais, desequilíbrios e a afirmação das tentações de sempre, já presentes no pacote laboral ou nos prenúncios de revisão constitucional para acerto de contas com a história ou os interesses.
Portugal precisa de um Presidente da República experiente, sério, exigente, não capturável por interesses particulares ou pelas agendas de sempre, que proteja a Constituição, que antecipe e sinalize os problemas, que qualifique o exercício político e as instituições democráticas e que mobilize os partidos e o país para responder aos problemas dos portugueses, das comunidades e dos territórios.
Só António José Seguro está em condições de o fazer, com equilíbrio e sentido da diversidade da nação, pela sua experiência nacional e internacional, pelo seu distanciamento em relação a interesses que têm impedido ou condicionado a concretização de respostas para as pessoas e pela sintonia com a realidade concreta do país. Seguro é um de nós. Esteve na política, foi à sua vida de pai, de marido, de professor e de pequeno empresário comprometido com as raízes de um Interior resiliente à indiferença dos decisores, dos media e da opinião pública. Regressa a agora, disponível para um país em que não gosta de muito do que vê, da pobreza à desigualdade salarial entre homens e mulheres, da espuma do dia que não responde aos problemas estruturais do país à falta de resposta para quem sofre, não tem oportunidades e vive desencantado com o funcionamento do sistema político e da democracia. Há uma alternativa de inconformismo além do protesto, focado na construção de soluções.
Sim, o Presidente não governa, mas tem a palavra, a ação, o gesto e a exigência que podem impor a construção de respostas de que o país precisa.
Seguro é um homem de convicções, de uma ética e de um sentido de Estado, que, no tempo de Sócrates, o levaram a votar contra o aligeirar das regras de financiamento dos partidos, sozinho entre os 230 deputados. Para ele, a ética, o interesse geral, o chão comum e o combate às injustiças são pressupostos para o país de excelência que quer.
Há um país sem voz, sem representação, sem respostas que tem em Seguro uma oportunidade de existência política, além do protesto inconsequente de quem se posiciona para dividir, implodir, desinformar e impor a visão de alguns contra os outros. Seguro é, como sempre, parte da solução.
É tempo de acordar, deixar de lado o acessório e os egos à esquerda e ao centro. Não haverá uma segunda oportunidade para corrigir o que está torto ou a entortar a ritmo acelerado. É já a 18 de janeiro. Acordai!
António Galamba é apoiante da candidatura de António José Seguro