Tyra Banks, de 52 anos, fala abertamente sobre as maiores polémicas do programa na nova série documental da Netflix, ‘Reality Check: Inside America’s Next Top Model’, que estreia em 16 de fevereiro e contará com três episódios.
O documentário promete revelar os bastidores de um dos reality mais icónicos da televisão, revisitando momentos altamente controversos, como o episódio em que concorrentes foram pintados de preto durante uma sessão fotográfica (blackface), acusações de gordofobia, pressão estética extrema e a polémica promoção de padrões de magreza, que, na altura, levou Tyra Banks a pedir desculpas publicamente.
“Eu sabia que tinha ido longe demais… Foi muito intenso, mas vocês estavam a exigir isso”, assume a ex-modelo norte-americana.
Além de Tyra Banks, o documentário conta com depoimentos de figuras centrais do programa como Ken Mok (produtor executivo), Miss J, Nigel Barker e Jay Manuel, que, no trailer, afirma: “Percebi que Tyra faria qualquer coisa pelo sucesso do programa.”
A produção inclui ainda testemunhos de antigas concorrentes e vencedoras, como Whitney Thompson, Shandi Sullivan, Dani Evans, Keenyah Hill, Giselle Samson e Shannon Stewart, que partilham as suas experiências dentro do formato.
O documentário não se limita a relembrar momentos icónicos, mas propõe uma reflexão profunda sobre pressão estética, diversidade, padrões de beleza, impacto psicológico nos participantes e a forma como o programa influenciou e foi influenciado pelas mudanças culturais ao longo dos anos.
Tyra reconhece essa transformação e diz que “a indústria da moda evoluiu” e, com ela, a nossa “forma de ver beleza e representatividade”.
Exibido entre 2003 e 2016, ‘America’s Next Top Model’ foi um fenómeno global e um dos reality show mais populares da sua geração. Em Portugal, foi transmitido na SIC Mulher, marcando uma geração de espectadores e consolidando Tyra Banks como uma das figuras mais influentes da televisão internacional.

















